A CRISE DE COMPOSTURA DE FLÁVIO BOLSONARO PREJUDICA O BRASIL

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No fim, tudo é uma questão de postura. É preciso ter sentido, rumo. Pode-se falar que o conceito de “sentido” varia entre as gerações. Dá para ver pelo desespero de Flávio Bolsonaro, que teve que enviar uma carta ao governo Trump, pedindo que o Brasil não fosse tarifado novamente. Isso tudo logo depois de seu encontro com o presidente americano. Ele se coloca como subserviente aos americanos. A postura faz parte das regras das quais Foucault tanto fala. Afinal, tudo são regras. A seleção brasileira está nos Estados Unidos e cada passo é importante para contagiar o povo brasileiro. Ganhar de 6 x 2 do Panamá, mesmo sendo uma seleção mais fraca, deu um gás, mostrando uma postura de força. Até quando o time posa para a fotografia oficial, havia atacantes na frente e defesa atrás, de braços cruzados. Hoje, não se sabe quem é quem. Ninguém quer ficar de cócoras, talvez por alguma degeneração muscular.

Flávio Bolsonaro tem a investigação do Master em seu encalço, por causa de suas ligações com Vorcaro e a Refit. Problemas com dinheiro enviado aos Estados Unidos sem comprovação e sendo alvo do FBI, investigação sobre a ONG que, ao mesmo tempo, ganha milhões para colocar Wi-Fi e fazer um filme, sem nenhuma experiência e nenhuma comprovação fiscal decente, e, agora, está ligado ao problema de imposição de 25% nas tarifas de exportação.

O lobby para separar a imagem de Flávio dos escândalos do banco Master conseguiu ameaçar o PIX ao ameaçar as bandeiras americanas Visa e Mastercard, na esteira da visita do postulante a candidato à Presidência a Trump na Casa Branca. O senador entregou oferecimentos do Brasil e fez articulações com Marco Rubio, em troca de ajudá-lo nas eleições no Brasil. Sabendo que Visa e Mastercard cobram 2,2% por transação e o PIX cobra apenas 0,2%, o americano viu chegar um prejuízo de R$ 12 bilhões. Isso sem falar nas Big Techs, que também queriam lançar seus próprios sistemas de pagamento e tiveram que recuar. Podem se lembrar do lançamento do sistema do WhatsApp, que foi lançado e tirado do ar. Ou seja, o PIX ameaça o lucro americano.

O presidente Lula conseguiu reverter a situação com a brava equipe de embaixadores e grupos de empresários. Flávio conseguiu atuar contra a nação tanto no tarifaço quanto em apoiar a inclusão errônea de grupos marginais como terroristas. Os EUA declararam o Brasil como inimigo, designando o país como “não amigável” aos EUA, na mesma lista em que constam Nicarágua, Cuba e Venezuela. O que, além de tudo, favorece uma invasão ao país. Ou seja, Flávio, para escapar dos problemas em que está envolvido, sai do Brasil para os EUA conspirar contra o próprio país, para livrar sua cara e tentar mostrar uma postura de poder e, ao mesmo tempo, detonar seus adversários políticos para chegar ao poder. Imaginem quando os países-membros do BRICS estiverem usando o BRICS Pay?

Flávio Bolsonaro falou: “O Trump sabe que o Lula se mobiliza para tirar o dólar como o padrão de comércio entre os países. Isso é um tiro no coração dos Estados Unidos”. Um vassalo dos interesses americanos atuando para ter apoio americano em intervenção nas eleições do Brasil para que ele possa levar a Presidência. Isso começa a ser desenhado com a vinda do novo embaixador aliado de Marco Rubio, Daniel Perez. O novo embaixador, aliado do MAGA, vem justamente ser o ponto de apoio da intervenção americana no país. Lembrando que ele foi um entusiasta da operação militar que sequestrou Maduro na Venezuela.

Vivemos nessa era de vexame abertamente assumido. Flávio Bolsonaro negocia sua eleição à luz do dia, na frente das crianças. Flávio colocou no seu colo mais uma encrenca, mas, diante dessa família, cada dia é um flash.

God Bless Brazil

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Um dia acordei para ‘jornalizar’ a vida com os meus leitores. Nesta época trabalhava no extinto jornal Tribuna do Ceará, de propriedade do saudoso empresário José Afonso Sancho. Daí me veio a ideia de criar o meu próprio site. O ponta pé inicial se deu com a criação do Caririnews, daí resolvi abolir este nome e torna-lo mais regional, foi então que surgiu O site “Caririeisso” e, desde lá, já se vão duas décadas. Bom saber que mesmo trabalhando para jornais famosos na época, não largava de lado o meu próprio meio de comunicação. Porém, em setembro de 2017 resolvi me dedicar apenas ao site “Caririeisso”, deixando de lado o jornal Diário do Nordeste, onde há sete anos escrevia uma coluna social…

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