

A temperatura política nacional promete subir ainda mais nesta reta final do segundo turno das eleições presidenciais de 2026. Nada menos que sete institutos de pesquisas eleitorais têm levantamentos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com divulgação prevista até o próximo sábado, 24 de outubro.
Os números poderão oferecer um retrato atualizado da disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, e seu adversário, Flávio Bolsonaro (PL), justamente quando cada movimento do eleitorado ganha importância decisiva.
Confira o calendário previsto de divulgação:
- Quarta-feira (21/10): Quaest.
- Sexta-feira (23/10): Vox Brasil e Real Time Big Data.
- Sábado (24/10): Datafolha, Paraná Pesquisas, Nexus e AtlasIntel.
Será uma verdadeira maratona de números, percentuais e análises políticas. Os levantamentos poderão indicar tendências de crescimento, estabilidade ou recuo dos candidatos, além de alimentar as estratégias das duas campanhas nos últimos dias que antecedem a votação.
E não pensem vocês que os resultados dessas pesquisas ficarão restritos aos gabinetes de Brasília ou aos comitês eleitorais. Aqui no Ceará e, particularmente, na Região do Cariri, cada percentual divulgado deverá repercutir intensamente entre lideranças políticas, militantes e eleitores.
Entretanto, convém lembrar que pesquisa eleitoral não é resultado de eleição. Cada levantamento representa uma fotografia do momento, sujeita à margem de erro e às particularidades de sua metodologia.
Agora é aguardar, porque, até sábado, o Brasil político terá números de sobra para analisar, comemorar ou lamentar. E, como sempre acontece em períodos eleitorais, haverá quem solte foguetes antes da hora e quem prefira aguardar o veredicto soberano das urnas.
E vamos que vamos, porque a política brasileira não dá descanso a ninguém!
UM MINUTO POR FAVOR: A partir de hoje, quarta-feira, o que tem de pesquisa de opinião se estendendo até sábado, minha Nossa Senhora, não é brincadeira não. Ainda bem que são todas em final de campanha e os institutos com certeza vão deixar a comercialização das mesmas com os candidatos e buscarem oferecer o máximo de realidade, porque se isso não acontecer com certeza já já teremos a decretação falimentar natural dessas geringonças.







