

O ex-deputado César Barreto é um sujeito para lá de irrequieto, daqueles que não conseguem ficar parados quando o assunto é produzir, criar e, sobretudo, contar boas histórias. Pois não é que o nosso querido Cesinha já colocou em circulação o Volume II de sua deliciosa obra literária O Contador de Histórias? E, pelo visto, o homem continua com a inspiração a todo vapor!
No prefácio desta preciosidade, seu amigo, político e empresário Tadeu Magela Oliveira faz uma observação das mais felizes: a maior estratégia de Cesinha é a simplicidade. E não poderia haver definição mais apropriada para quem transforma acontecimentos, lembranças e causos da vida em narrativas tão saborosas.
Com uma escrita leve, bem-humorada e envolvente, César desperta a curiosidade do leitor desde as primeiras linhas, transformando cada página num convite irresistível para continuar a leitura. Seus causos encantam, aproximam pessoas, provocam sorrisos e, acima de tudo, preservam histórias que merecem ser contadas e recontadas. Afinal, a memória é um patrimônio que não pode cair no esquecimento.
Pois bem! Hoje pela manhã, que, diga-se de passagem, amanheceu cheia de luz e boas energias, fui surpreendido com um presente daqueles que fazem a alegria de qualquer amante da boa leitura: dois exemplares dos livros de César Barreto! Um destinado a este colunista e outro à minha querida mama, que, por sinal, é uma devoradora das obras de Cesinha. Basta um livro dele chegar às suas mãos para começar aquela deliciosa viagem pelo universo dos seus causos.
E vou lhes dizer uma coisa: presente assim não se recebe todos os dias! É um mimo carregado de charme, intelectualidade, sensibilidade e, principalmente, daquele prazer incomparável que somente a boa literatura consegue proporcionar.
Meu querido amigo César Pierre Barreto, receba o meu mais sincero agradecimento por mais esta gentileza tão especial. Seus livros, além de proporcionarem momentos agradabilíssimos de leitura, certamente enriquecerão ainda mais os meus conhecimentos e o meu repertório de histórias.
Continue escrevendo, Cesinha! Continue espalhando seus causos, suas lembranças e esse seu jeito todo particular de transformar a vida em literatura. Porque histórias boas merecem ser eternizadas, e quem sabe contá-las tem o dom de fazer o tempo parar por alguns instantes.
Obrigado, meu amigo, por este mimo primoroso! Eu e minha mama agradecemos de coração. E que venham os próximos volumes, porque leitores e admiradores é o que não lhe falta!
Sorry, periferia! Cultura, amizade e boa literatura são luxos que não têm preço!






