

Evelyn Ximenes e Raquel Oliveira adentrando o Festival Rock In Rio todas naquele estilo roqueiras no bom sentido.
Sempre aparece uma oportunidatrando o Festival Rock In Rio de para a gente realizar certos sonhos na vida. E falo isso porque uma pessoa bem resolvida, estável na carreira profissional, de bem com a vida e ainda com um bom dinheirinho sobrando na carteira tem mais é que correr atrás da felicidade.
Falo da minha querida amiga e colega jornalista Raquel Oliveira, que é uma menina — ah, uma menina! — sensacional.
Pois então, vamos saber qual foi o seu barato da atualidade: Raquel correu atrás de mais um de seus sonhos e foi curtir o Rock in Rio 2026. Foram dias de muita música, emoção e diversão que levaram Raquel, a amiga Evelyn Ximenes e outras companheiras de embalo a mergulharem de corpo e alma em um dos maiores festivais de música do mundo.
Mesmo com essa onda musical atual que, particularmente, não me agrada nem um pouquinho — especialmente determinados estilos de forró e sertanejo que dominam boa parte das programações Brasil afora —, ainda bem que o Rio de Janeiro continua oferecendo um festival capaz de reunir grandes nomes nacionais e internacionais em um só ambiente. Para quem gosta de rock e de grandes espetáculos, é uma verdadeira festa.

É show de Rock and roll-ÔÔÔÔU!
A saudosa Rita Lee cantava que roqueiro brasileiro sempre teve cara de bandido. Mas aquilo ficava muito mais por conta do visual despojado, rebelde e radical que durante décadas acompanhou o rock. Hoje, entretanto, a discussão envolvendo música, política, cachês milionários e utilização de recursos públicos em grandes shows ganhou outra dimensão e merece, sim, ser acompanhada de perto pelos brasileiros e pelos órgãos de fiscalização.
Sou de um tempo — e nem faz tanto tempo assim — em que os artistas eram idolatrados principalmente pelo talento. Não precisavam transformar a ostentação da vida particular no principal cartão de visitas. Muitos dos nossos grandes artistas tinham, evidentemente, uma condição financeira diferenciada da maioria dos brasileiros, mas suas fortunas eram associadas sobretudo aos shows, às vendas de discos, fitas K7, CDs, DVDs e outros que tais.
Era outro mundo. Outra indústria musical. Outros tempos.
Mas vamos voltar ao que realmente interessa nesta história.
Fico feliz em ver que Raquel Oliveira e companhia limitada aproveitaram intensamente seus dias de rock, diversão e alegria em pleno Rock in Rio. Afinal, a vida também foi feita para isso: trabalhar, conquistar, sonhar e, quando chegar a oportunidade, realizar.
E vamos que vamos, porque, enquanto os cães ladram, a caravana passa.
E passa bonitinha!
Sorry, periferia!!!!
Se quiser, também posso deixá-lo mais ácido, debochado e no estilo de coluna social, mantendo a personalidade do texto original.






