

Lêda Maria ao lado de meu primo, o também jornalista Paulo César Norões, em noite super transada em Fortaleza beleza.
Ontem à noite, recebi uma mensagem da querida colega e amiga Lêda Maria, uma das grandes referências do colunismo social fortalezense. Jornalista que já brilhou nas páginas do Diário do Nordeste e que hoje continua exercendo, com a mesma elegância de sempre, o seu talento no jornal O POVO.
Ledinha, como carinhosamente a chamamos na intimidade, conheci nos tempos em que este colunista morou em Fortaleza. Foi uma época de muito aprendizado, quando comecei a compreender, de perto, o que significava fazer jornalismo com qualidade e elegância, observando verdadeiras feras do ofício, como ela, Soninha Pinheiro, Pompeu Vasconcelos, Cládio Cabral, Edilmar Norões, José Rangel, Lúcio Brasileiro — estes três últimos já fazendo morada no Reino do Céu —, Edson Silva e tantos outros grandes nomes da imprensa cearense.
E vejam só com que mensagem elegante e bonitinha fui acarinhado por Lêda Maria na noite de ontem:
“Boa noite, Marcos. Ao final deste domingo, em noite linda de lua cheia, o abraço de quem vivencia uma paixão igual à sua: o JORNALISMO. Lêda Maria.”
Uma mensagem assim não chega todos os dias, tampouco é enviada a qualquer pessoa. Tem charme, delicadeza e, sobretudo, o carinho sincero de uma grande profissional por um colega de profissão. Vinda de Lêda Maria, alguém que conhece profundamente os caminhos e os encantos do bom jornalismo, suas palavras ganham para mim um significado ainda mais especial.
Obrigado, minha querida amiga, pelo carinho e pela generosidade de suas palavras. Recebo sua mensagem com alegria e guardo-a entre aquelas demonstrações de amizade e reconhecimento que fazem valer a pena tantos anos dedicados a esta nossa paixão chamada JORNALISMO.
Sorry, periferia!!!!






