
A última pesquisa Atlas/Estadão que mediu a popularidade de políticos brasileiros revelou aquele que é o político mais impopular do Brasil, atrás até do Jair Bolsonaro, de Sóstenes Cavalcante, tendo à sua frente o presidente da Câmara Hugo Motta, que tem aprovação de apenas 4% da população. O campeão da impopularidade, o político mais rejeitado do Brasil é o presidente do Senado Davi Alcolumbre, com apenas 2% de aprovação e 90% de reprovação.

Alcolumbre e o fim da jornada 6×1
Para desespero dos trabalhadores brasileiros é nas mãos de Alcolumbre que está o futuro do projeto do fim da Jornada 6 por 1, aprovado com votação avassaladora na Câmara dos Deputados, com votos até de deputados contrários ao projeto, como Nikolas Ferreira, temendo a reação popular nas urnas.
Como tem mandato até 2030 no Senado, Alcolumbre não está nem aí para a opinião dos eleitores, desfila sua imensa impopularidade e até aparece em dancinhas por aí, com arrogância e soberba. Como que pedindo mais desaprovação, ele despreza completamente a votação da Câmara e a aprovação popular de 80% do projeto e simplesmente não o colocou na pauta antes do recesso parlamentar.
Ao contrário, chantageia o governo Lula com pautas bombas e já avisou a aliados que só vai pautar o projeto após as eleições, segundo a Folha. Seu objetivo seria trocar a votação da emenda pela garantia de sua recondução à presidência do Congresso em 2027 com o objetivo de se blindar dos escândalos que vão espocar em sua conta: dos desvios de verbas parlamentares ao do Banco Master, onde, segundo a revista Veja, Alcolumbre estaria na delação de Vorcaro como tendo recebido a bagatela de US$ 30 milhões, mais do que foi conseguido por Flávio Bolsonaro para o “filme” do pai.
Com isso, Davi Alcolumbre ajuda a campanha do filho 01 do ex-presidente, já que o projeto do governo Lula do fim da jornada 6×1 poderia reeleger o presidente no primeiro turno, tal sua aprovação popular.







