

Olhem bem, prestem atenção: este colunista não tem ligação alguma com o deputado federal Yury do Paredão (PSDB). Há alguns anos, até nos aproximamos, quando ele ainda não sonhava em ser deputado federal. Diante de alguns mal-entendidos, resolvemos nos afastar e, até hoje, nas raras vezes em que nos encontramos, trocamos apenas cumprimentos cordiais, próprios de pessoas educadas, mas sem maiores demonstrações de empatia.
Por isso, quando, às vezes, faço aqui a sua defesa em alguns assuntos pertinentes e, por vezes, polêmicos, faço-o com a máxima isenção, sem amarras ou interesses subalternos. Todos sabem que sou um cratense de coração e fico imensamente preocupado quando vejo pessoas de expressão ou políticos sem a devida consciência do quanto estão prejudicando a cidade com seus ataques aos opositores, que acabam respingando, e muito, nos interesses de nossa amada cidade.
De uns dez anos para cá, a ExpoCrato tomou proporções impressionantes, transformando-se em uma das maiores e melhores festas populares do Nordeste, ou talvez até do país. Daí ser inaceitável posicionar-se contra aqueles que foram os principais responsáveis por essa transformação, tudo por conta de questiúnculas políticas.
Tentar convencer a população de que os benfeitores do nosso certame agropecuário são os “bichos-papões” da história, convenhamos, é trabalhar para a derrocada da nossa querida ExpoCrato. Trata-se de uma festa que traz prestígio para a cidade, gera dividendos financeiros, impulsiona o turismo e permite que muitas pessoas, principalmente as mais humildes, consigam amealhar um lucro a mais com a realização desse certame.
É preciso que essa gente tenha mais consciência e não venha estragar o que está andando tão bem. Tenho dito!!!







