

O PSDB nacional escolheu Aécio Neves para comandar as sucessões estaduais brasileiras.
Continua o festival de adesões, cheirando a naftalina, de lideranças políticas carcomidas ao hipotético candidato a governador Ciro Gomes. Gente que a população de suas cidades já mandou ir para casa, vestir o pijama, sentar-se (ou deitar-se) na cadeira do vovô e assistir às campanhas políticas pela televisão, comendo mingau de araruta.
Um bocado de políticos que, quando chegou ao poder, meteu as mãos e os pés nos cofres públicos, enriquecendo a esposa, os filhos, as filhas, os genros, as noras e até os papagaios. É essa a turma cujo apoio o velho Ciro Gomes vem recebendo para promover as mudanças que, segundo ele, só existem em sua cabeça. Um alicerce como o que está sendo formado não oferece qualquer garantia de sustentabilidade às transformações das quais tanto fala.
Tolo é o comum mortal que acredita em um movimento desses. Diz o ditado: “Dize-me com quem andas, e te direi quem és.” Sabem quem será o coordenador do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) das candidaturas majoritárias do partido nos estados brasileiros? Aécio Neves, político que, há anos, decepcionou os brasileiros, pois vendia a imagem de bom moço, sucessor do correto avô, Tancredo Neves — presidente que não tomou posse por ter falecido antes. Tudo papo furado, mais sujo que poleiro de galinheiro.
Com Ciro Gomes, não há como pensar em mudanças, pois prega uma coisa e faz outra completamente diferente. Seu maior prazer é aproximar-se dos outros, manter uma convivência quase cordial e, depois, sair esculhambando, falando cobras e lagartas. É alguém que vive cuspindo no prato em que comeu. De gente assim, devemos manter distância.
Sendo assim, estamos mais do que conversados. Sorry, periferia política!






