

Neste Carnaval de 2026, este colunista brincou com base na prudência e na interação social que tanto fazem bem à nossa pessoa.
Em meus encontros sociais, bati bons papos com quem entende e gosta de política. Numa das ocasiões, o assunto que surgiu foi a situação do prefeito de Juazeiro do Norte, Glêdson Bezerra (Podemos). Um de meus interlocutores me indagou qual caminho o prefeito romeiro seguirá caso Ciro Gomes desista, de vez, de ser candidato a governador por um dos braços da oposição em nosso Estado.
Arrisquei um palpite: acho que o prefeito, caso se confirme a desistência de Ciro Gomes, não abraçará um candidato “tampão”, pois a estatura de seu cargo não lhe permitirá assumir uma chapa majoritária que sirva apenas para ajudar a eleger uma boa bancada de deputados federais e estaduais. Seria um desperdício de prestígio. Creio que, se Ciro não comprar essa briga, Glêdson pulará para o barco do senador Eduardo Girão, candidatíssimo ao governo pelo outro braço da oposição.
Todos concordaram com a minha opinião, até porque o compromisso do prefeito juazeirense com Ciro termina no momento em que ele desistir de ser candidato. Ainda assim, tal compromisso poderá extrapolar o território cearense e se transformar em apoio a uma eventual candidatura do ex-presidenciável cearense à Vice-Presidência, desde que haja reais condições de vitória.
Sendo assim, estamos para lá de conversados. Sorry, periferia política!






