

O Carnaval vem chegando ao Crajubar, e as chuvas vêm caindo para amenizar o calor que já é naturalmente incorporado pelos foliões, que se deixam tomar pela embriaguez do frevo: o danisco entra na cabeça, depois toma o corpo e acaba no pé. Entendam… entendam… entendam… (royalties para o cantor pernambucano de Olinda, Alceu Valença).

Anfitrião in house parquegranjeiriana Ebert Teles Siebra, David Justo, Guilherme Gregório, Rommel Cardoso e Leonardo Bezerra
Mas esses carinhas, pelo que não sei, ainda estão naquela de procurar saber como serão seus carnavais. De uma coisa, porém, fiquem certos, meus queridos leitores: nada irá desviá-los da máxima de Caetano Veloso quando canta que “a Praça Castro Alves é do povo como o céu é do avião”, expressão que simboliza a liberdade — liberdade que abre as asas sobre todos nós, brasileiros.
Vamos, então, encapsular a alegria deste momento: tipo meter o cotovelo abrindo caminhos, segurar no cabelo da parceira ou do parceiro para não se perder e terminar sozinho. Afinal, o tempo passa, mas, na raça, todos chegam lá. “Pois comcerteza é lá na praça que tudo vai ter de pintar.” Ulalá!!!!
Fiquem bem atentos, pois o Carnaval é uma invenção dos diabos que Deus abençoou. Sorry, periferia!!!!







