

Disse ao prefeito André Barreto, do Crato, que quanto mais ele espalha obras pelo município, mais desperta a ira de seus adversários, que seguem a filosofia popular do “quanto pior, melhor”. O prefeito está sendo prestigiado pelos governos federal e estadual, e não é com coisa pouca, não: é muita grana sendo injetada aqui em nossa cidade.
Estive visitando, no último final de semana, um dos trechos(Bacia das Águas/Transposição do Rio São Francisco) que cortam o nosso município (Baixio do Muquém — e ainda seremos cortados por outros) e fiquei impressionado com a magnitude da obra. Tanto que liguei ontem para o engenheiro Marcelo Barreto para saber mais sobre o empreendimento.
Depois lhes contarei mais detalhes, para que a presente matéria não fique extensa demais, mas já fiquei sabendo que são R$ 380 milhões sendo gastos nessa grandiosa obra. Aí pensei cá com meus botões: R$ 380 milhões + R$ 125 milhões da intervenção do Canal do Rio Granjeiro, somam R$ 505 milhões. Puxa vida! Como querer acreditar no nhenhenhém de alguns inimigos do Crato, que tentam convencer os mais incautos de que André Barreto não é um sucesso?
Pera lá! Pessoas assim ou são ruins da cabeça ou doentes do pé. E olhe que há muito mais obras em andamento. Aliás, existem obras municipais espalhadas por todo o Crato. O prefeito do Crato não para, não para, não para…
FACTOIDE
A mais nova cantilena é uma suposta acusação de improbidade administrativa em uma ação sobre suspeita de fraude na saúde, à época em que André era vice-prefeito, em 2018. Tudo não passou de atecnias, tanto que a Justiça Federal absolveu o prefeito do Crato da acusação de improbidade administrativa em ação envolvendo a empresa Health Solution, ao entender que não houve dolo nem fraude.
Esse caso está sendo requentado, pois aqui no Crato a situação é a seguinte: a oposição dorme e acorda imaginando o que inventará no novo dia para denegrir uma administração séria, honesta e dinâmica.
Fiquem atentos, cratenses, pois, como bem dizia minha avó Raimunda Norões: “nem tudo que reluz é ouro”. Sendo assim, estamos para lá de conversados. Sorry, periferia política!






