
Favor, leiam esse artigo clicando nessa música contestadora do Grupo Titãs intitulada “Bichos Escrotos”:
Dizem que político brasileiro sempre teve cara de bandido, literalmente de marginal e isso é um fato. Mas o que está acontecendo atualmente na política brasileira faz a gente questionar: estamos vivenciando uma situação anormal e devemos admitir que melhor é deixar essa gente pra lá e vamos viver nossas vidas, mesmo que os efeitos colaterais dessa tremenda bagunça arrombe as nossas estruturas morais e financeiras. Somos os pagadores de impostos mais relapsos e condescendentes do mundo, pois pegam o dinheiro dos nossos impostos, locupletam-se como bem entendem e a justiça brasileira lava as mãos e seja o que Deus quiser. Misericórdia.

Entra eleição e sai eleição e os bichos escrotos continuam a sair dos esgotos, apoderando-se dos espaços que são criminosamente criados para que eles atuem perpetuamente como agentes inexpugnáveis dessa fuzarca brasileira. Só quero saber até quando a nossa gente vai tolerar essa escrotice marginal que não tem hora para acabar nesse cabaré chamado Brasil. Que me perdoem a minha sinceridade neste bem rabiscado artigo, mas é que sempre chega um momento que um ser com a minha capacidade de discernir e tolerar, arre égua(!), vai para o beleléu e a gente quer mais é mandar tudo para aquele lugar e fugir para shangrila e aqui não mais voltar. É foda sem gozo! Pronto, disse tudo! Sendo assim, estamos para lá de conversados. Sorry periferia política!!!!

Em tempo: Shangrilá é um lugar de tranquilidade e beleza natural. Originalmente, o termo foi popularizado pelo autor britânico James Hilton em seu romance “Horizonte Perdido”, publicado em 1933. Na obra, Shangrilá é apresentada como uma sociedade mística localizada nas montanhas do Tibete, onde os habitantes vivem em harmonia e possuem uma vida prolongada. Essa descrição inspirou uma série de teorias e interpretações, transformando Shangrilá em sinônimo de um mundo ideal.






