

Marcos Peixoto e Isaac Cândido com o assessor jornalístico Eduardo Galdino e como figura central Raul Francelino que é dono da SteakHouse Vila Carmela, um restaurante altamente especializado em carnes, com cortes selecionados e preparados de maneira única para garantir uma experiência de sabor inigualável. E tem um palco disputadíssimo por cantores daqui e alhures, diga-se de passagem.
Comecinho desta semana acompanhei todos os passos aqui no Crajubar do grande cantor e produtor musical Isaac Cândido. Fiquei deveras satisfeito por ter o privilégio de ser o seu condutor aqui no Triângulo mais charmoso do Brasil no sentido de programar o show do famoso cantor Claudio Nucci no próximo mês de setembro na Steak House Vila Carmela, localizada no elegante bairro da Lagoa Seca, in Juá de meus amores.
SOBRE CLÁUDIO NUCCI

Paulista de Jundiaí, mudou-se, em 1971, para o Rio de Janeiro, onde cursou o segundo grau com Mu Carvalho, Lobão, Zé Renato e Cláudio Infante, entre outros, no Colégio Rio de Janeiro, na Gávea.
Em 1978, integrou a formação original do grupo BOCA LIVRE – com Zé Renato, Maurício Masestro e David Tygel – e participou do primeiro LP – homônimo – do grupo, com 11 faixas, lançado em 1979 de forma independente, com grande sucesso midiático e mais de 100 000 cópias vendidas. A partir de então, destacou-se como compositor, com suas canções “Toada” (em parceria com Zé Renato e Juca Filho) e “Quem tem a viola” (com Zé Renato, Xico Chaves e Juca Filho), faixas daquele primeiro LP do grupo. No mesmo ano, o grupo Roupa Nova relançou, com grande sucesso, sua canção “Sapato velho” (feita em parceria com Mu Carvalho e Paulinho Tapajós)
Nucci deixou o Boca Livre em 1980, antes do segundo trabalho do grupo, e partiu para a carreira solo na EMI-Odeon/EMI Music lançando um compacto simples com as canções “Quero Quero”, em parceria com Mauro Assumpção, e “Acontecência” , com Juca Filho, faixas que obtiveram sucesso imediato nas emissoras de rádio, sendo posteriormente incluídas em trilhas sonoras de telenovelas (“Quero Quero”, em Olhai os Lírios do Campo, e “Acontecência”, em Brilhante e Coração de Estudante).
Como hoje estamos sextando, que tal ouvirmos uma das canções mais/mais do Claúdio Nucci? Vamos lá, então:








