
Tudo azul no céu da turma situacionista do Crato. O vereador Pedro Lobo(PT) que primeiramente se lançou candidato a prefeito de nossa cidade, inclusive, realizando convenção municipal petista pegando todos os aliados de “surprise”, teve que se render aos argumentos dos maiorais de seu partido e voltou atrás dessa decisão e aceitar a postulação prefeitural de André Barreto, atual vice-prefeito.
SEGUNDO HOUND

Candidatura a prefeito abortada, mesmo assim Pedro decidiu postular a vice-prefeitura do André e foi a luta. André Barreto e José Ailton Brasil partiram para uma boa conversa com o aliado e companheiro de PT. Conversa vai, conversa vem, eis que ontem o grande Pedro mais uma vez se rendeu aos argumentos democráticos e caiu fora da peleja vice-prefeitural. Como o senador/ministro Camilo Santana(PT) é unha e carne com o senador Cid Gomes(PSB), amigos irmãos camaradas, eis que o jovialíssimo político petista resolveu contemplar Cid Gomes orientando as bases petistas a convidarem para companheiro de chapa do André Barreto o promotor Leitão Moura(PSB), sogro do irmão caçula do ex-governador Ciro Gomes.
ANDRÉ BARRETO

Promotor Leitão Moura é o vice do prefeitável André Barreto
Em sendo assim a paz voltou a reinar no ninho situacionista e agora André Barreto que é um pacato cidadão da civilização, político sem máculas, de uma honestidade inquestionável, homem manso por natureza, sobrinho da ex-vereadora Isa Barreto, uma política aposentada, mas que possui uma vasta folha de bons serviços prestados a nossa cidade. O candidato a prefeito petista também é sobrinho do saudoso Humberto Barreto que se destacou nacionalmente quando do governo do presidente Ernesto Geisel(O general Geisel foi o 4º presidente da Ditadura Militar no Brasil. Ele foi eleito em 1973 e ocupou o cargo de 15 de março de 1974 a 15 de março de 1979. Foi representante da chamada “Linha Dura” do exército brasileiro). Humberto foi amigo pessoal de Ernesto Geisel, de quem se tornou, segundo o Jornal do Brasil (5/1/1978), uma espécie de secretário permanente. Foi presidente da Caixa Econômica Federal (CEF) e da Transbrasil e uma das figuras mais próximas do ex-presidente Ernesto Geisel na época em que exerceu o comando do país. Como disse Elio Gaspari em sua coluna publicadas nos grandes jornais brasileiros, “cearense de raiz, Humberto passou pelo poder, entrou no palácio com a imprensa censurada e saiu dele com a censura acabada. Morreu com menos do que tinha ao entrar para o governo. Restavam-lhe a família, uma aposentadoria e um apartamento em Ipanema, que sua mulher trouxera de dote quando se casaram. Nos últimos anos, presenteava os amigos com peças de sua casa”. Este colunista teve o prazer de ser seu amigo, inclusive, montei uma homenagem para ele, mas infelizmente o mesmo não pôde comparecer, porque já estava acometido pela malvada doença quelhe ceifou a vida.






