

Existem pessoas nestes tempos de divisão política brasileira que estão se comportando tal e qual cachorro em dia de mudança, mais perdidos que cego em tiroteio. O negócio é o seguinte, o cara é fã ardoroso da direita radical ou da direita moderada no Brasil, mas quando a coisa chega para os níveis estaduais e municipais são vassalos dos esquerdistas nesses níveis da federação. Todos têm que se tocar que quem segura a conjuntura nacional é a base e essa base tem nomes: prefeitos, vereadores, governadores e deputados estaduais. Como bem diz o dito político popular: “Em política você não pode acender uma vela para deus e outra para o capeta em forma de gente.”
Ora bolas, como entender um alguém que tem simplesmente ojeriza ao PT, ao Lula e demais penduricalhos de esquerda a nível nacional e quando chega nas bases da política o carinha é defensor ardoroso dos vermelhucos… Uns dizem que quando a coisa parte para a política tupiniquim tudo muda de aspecto, pois existem situações de dependência aos políticos de esquerda por esses estarem lhe proporcionando alguma vantagem ou favores de ordem material e dai que não podem empunhar as suas ideologias mais profundas por uma questão de interesse pessoal. Dai que este colunista enxerga nessa situação esdruxula algo ilógico, imperfeito, meio balança mas não cai. Recomendo a todas essas figuras divididas aquele trecho da música intitulada “Ideologia” do saudoso cantor Cazuza: “Ideologia eu quero uma pra viver.” Sendo assim, estamos para la de conversados. Sorry periferia!!!!







