
A sucessão municipal na cidade do Crato está uma graça. Muitas vezes está sendo tratada com um amadorismo sem igual, muitos neófitos achando que para chegar a comandar a cadeira do Palácio Alexandre Arraes basta balançar o saco de confetes e serpentinas e atirá-las na cabeça do mandatário de plantão. Este colunista que já passou por muitos períodos sucessórios em nossa cidade sabe, de cátedra, quão difícil é chegar ao podium nesta disputa. Os que tentaram o viés da facilidade se perderam em seus devaneios, outros sequer mexeram seus pauzinhos, mas conseguiram chegar lá, por seu méritos, suas capacidades de articulação e suas maturidades políticas que assim os fizeram trilhar o caminho do sucesso.
O que tem gente conversando asneira por ai, ensaiando tipos medíocres, papéis nada condizentes com a responsabilidade que o momento exige, minha nossa, não é brincadeira. Muitos não sabem sequer o tamanho do dever que é conduzir um município como o Crato que há anos busca um novo caminho que o traga de volta ao bom protagonismo político e econômico de um passado nem tanto distante. Parodiando o senador Romário, podemos dizer que estou a ver alguns candidatos ao cargo que são uns verdadeiros poetas quando estão calados. Quando têm que falar, são uma figuras vulgares, pretensiosas, candidatos a político que não possuem sequer o know how para ter seus nomes submetidos à análise que a grande conversação exige. Aliás, essas figuras fazem o tipo “Generais da Banda”, imortalizado pelo cantor Blecaute(pesquisem e vejam o que quero dizer)
Enfim, cá com os meus botões, quando nesta coluna enfatizo nomes para a sucessão cratense, tenho sobressaltado aqueles que realmente merecem ser discutidos, os outros, arre égua(!), como bem canta a bela Paulinha Toller do Grupo Kid Abelha, os outros são os outros e só!!!! Sendo assim, estamos para lá de conversados. Sorry periferia!!!!!!!






