
Voltou a intrigar os meios políticos mais uma exibição de desequilíbrio do presidente Lula (PT), tomado por um ódio obsessivo, chamando de “armação” a trama criminosa para atentar contra a vida do senador Sérgio Moro (União-PR) e sua família, do promotor Lincoln Gakiya e de autoridades policiais estaduais. O plano foi descoberto pela Polícia Federal, que inclusive mobilizou 120 homens na captura da quadrilha, e o Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do MP/SP.
Tomado pelo ódio
O ataque sem provas ocorre dois dias após afirmações ameaçadoras de Lula contra o ex-juiz que o prendeu por corrupção e lavagem de dinheiro.
PF e MP sob ataque
O objetivo de Lula, avaliam opositores, seria desmoralizar instituições que combatem o crime, como a Polícia Federal e o Ministério Público.
Ele não está bem
A jornalista Dora Kramer resumiu o que “já estava claro: os constantes choros do presidente denotavam um certo desequilíbrio emocional”.
Vexame, Pacheco
Tem sido vergonhoso o comportamento do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que não agiu em defesa do senador Sérgio Moro, vítima de ameaças do presidente da República e do crime organizado.
Pela culatra
Lula estreou o próprio “Ministério da Verdade”. A falácia de que Sérgio Moro armou a própria morte virou denúncia de fake news do deputado Deltan Dallagnol (Pode-PR). Que, no STF, jamais irá prosperar.
Decisão incabível
O pedido do partido Novo para o ministro Ricardo Lewandowski reconsiderar a decisão de desfigurar a Lei das Estatais, a pedido do PCdoB, para permitir indicações políticas, é “manifestamente incabível”.
Não foi a ofensa
A expulsão do PT do vereador de Russas (RN) Maurício Martins, que ofendeu mulheres petistas (“lagartas encantadas” que “vão mentir”) se deu não pela ofensa, mas porque ele se recusou a se retratar.





